Hoje mais do que nunca, exige-se dos administradores de TI em organizações de diferentes portes que façam mais com menos. Muitos administradores de sistemas enfrentam basicamente os mesmos desafios de seus colegas nas maiores empresas, porém sem o mesmo número de pessoas de suporte, especializações e orçamento desses colegas. O tempo gasto "apagando incêndios" em diferentes disciplinas da gerência de sistemas, além da necessidade de executar tarefas manuais trabalhosas, deixa pouco tempo de sobra para trabalhar em iniciativas estratégicas proativas como melhorias de desempenho ou análise de causas primárias. Essas pessoas ficam frequentemente assoberbadas, com equipes centrais limitadas para realizar a maioria das tarefas necessárias para atingir a estabilidade de TI essencial para operar a empresa.
Existem soluções tradicionais para gerenciamento de sistemas baseadas em software, mas em alguns casos elas exacerbaram o dilema da gerência de sistemas para a organização de porte mais moderado, tipicamente com 100 a mais de 20.000 sistemas gerenciados. Embora essas soluções tradicionais sejam robustas, elas foram projetadas para as empresas de maior porte, e o investimento necessário em software, hardware, serviços, manutenção e treinamento exigidos tem se mostrado excessivamente dispendioso e complexo para muitos que não podem custear essa abordagem para seus desafios de gerência de sistemas. Com isso, só resta às organizações com maiores problemas de recursos gerenciar com software sofisticado demais, soluções aquém do ideal ou processos manuais. Existem alternativas disponíveis, mas essas devem atender aos critérios específicos do gerente de sistemas mais típico que assume muitas funções diferentes: a solução deve ser de fácil utilização, abrangente e de custo razoável, tirando o administrador do modo rativo de solução de problemas para o modo proativo de gerência de sistemas.
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